Como esperado, política e budget dominaram as manchetes locais. Então para mudar de assunto vou falar um pouco de futebol. O Paulo Umetsu tirou uma foto do Brazil Burger do McDonalds local (não sei se isso é uma campanha mundial) essa semana, e eu também acabei experimentando ontem a noite. Dentro do padrão McDonalds, o hamburger não é mal. Deixando o hamburger de lado, mas nem tanto assim, com um novo “meal” (como as promoções são chamadas aqui – pelo que eu lembro no Brasil, tudo é por número) desse em destaque, podem ter certeza que muitos aussies já estão ligados que a copa está para começar.

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Enquanto o dia da independência é o feriado das maiores celebrações e desfiles oficiais em países como o Brasil com o nosso 7 de Setembro ou Estados Unidos com o seu 4 de Julho, na Austrália o feriado mais solene nesse sentido é o ANZAC Day. O Australia Day do dia 26 de Janeiro, apesar de ter suas celebrações é um data mais light pra se fazer churrasco, eleger os australianos do ano, e realizar as cerimônias de naturalização (não esquecendo que os aborígenes veem essa data como o “dia da invasão” pois celebra o dia da chegada da primeira frota britânica na baía de Sydney).

Como prometí uns dias atrás num dos grupos de brasileiros no Facebook, vou escrever um post para explicar um pouco sobre os partidos políticos australianos. Bem por cima mesmo, porque se for para se aprofundar no assunto seríam páginas e páginas, e a intenção não é dar uma aula de história e sim passar uma NOÇÃO da ideologia dos partidos, nomes importantes do passado e do presente, e suas principais realizações.

Parada gay, parada LGBT ou LGBTIQ? Para você pode não fazer diferença, mas para uma considerável parcela da população faz. Esses termos refletem a luta em torno do reconhecimento das diferentes orientações sexuais e identidades de gênero na nossa sociedade.

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Autor: Edmond Battisti

Toda vez que escuto as palavras “Praga de coelhos” não consigo ligar uma palavra a outra, mas são considerados uma praga na Australia, infelizmente esse é o resultado da interferência dos humanos na natureza, o que sempre causa um desequilíbrio.

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A foto do post de hoje é da Young Australian of The Year de 1998, Tan Le. Tem um certo significado pessoal pois este foi o ano em que mudei para a Austrália. E naqueles dias, ver uma jovem de 22 anos, nascida no Vietnam, que chegou aqui como refugiada num barco (sim, os tais boat people tão indesejados nos dias de hoje) ser eleita como a jovem australiana do ano, me causou uma ótima impressão sobre a receptividade dos australianos, e me passou a tranquilidade de acreditar que vencer aqui e conquistar o seu espaço não depende de raça ou do seu local de nascimento.

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Estava lendo os comentários do último post do Jerry e percebí que alguns leitores estranharam que muitos australianos não consideram pessoas “classificadas” como brancas no Brasil como brancas por aqui. E o outro ponto do texto era que algumas pessoas, mesmo nascidas aqui, não seríam vistas como australianas.  Minha opinião é que ser rotulado branco, negro, amarelo, brasileiro não tem nada haver  e ninguém vai ser “diminuido” na Austrália por causa disso.  Mas vou aproveitar para explicar um pouco mais a fundo.  Tinha começado a deixar um comentário lá no BrazilAustralia mas como estava ficando muito grande, resolví colocar aqui na aussileiros.

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Aqui vai um post comemorativo para o Dia da Austrália (Australia Day) que para quem não sabe ocorre no dia 26 de Janeiro por ocasião da chegada da Primeira Frota (The First Fleet) em Botany Bay em 1787. Os aborígenes se referem carinhosamente a essa data como o Dia da Invasão.

Apesar do título do post, a chegada da Primeira Frota não foi o descobrimento da Austrália. Essa data simboliza o estabelecimento da primeira colônia penal da Grã Bretanha no país. Antes disso já havia passado por aqui o Capitão James Cook que foi quem tomou posse do território para a Grã Bretanha em 1770.

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Uma das grandes vantagens de morar em um outro país é ter contato com formas diferentes de apreciar o mundo. A partir do momento que nos abrimos a novas experiências também revisamos nosso próprio conceito do que é o mundo e o que ele nos representa. Sendo um país multicultural onde aproximadamente 25% da população é nascida no exterior, a Austrália faz com que a exposição ao ‘desconhecido’ seja mais intensa.